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Prefeitura de Mariana realiza bloqueio químico contra a dengue na Prainha

O bairro é o local com mais casos de dengue no município: 144 até esta quarta-feira, 15

Divulgação | Isabela Jorge

Desde o início desta semana, a prefeitura de Mariana vem realizando o bloqueio químico contra a dengue nas residências, escolas e outros espaços no bairro Santo Antônio, conhecido como Prainha. O bairro registrou 144 casos de dengue até esta quarta-feira, 15, sendo ele o local com mais casos da doença.




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O bloqueio químico consiste na aplicação localizada de inseticida nos cômodos internos onde há focos do mosquito Aedes Aegypti, responsável pela transmissão da doença, ou num raio de 300 metros do caso suspeito de dengue. “O bloqueio no interior das residências é uma alternativa diferente e complementar aos demais cuidados, como eliminar corretamente os resíduos, evitar água parada e usar repelente”, destacou a subsecretária do Sistema Sanitário de Saúde Pública, Ludmila Gomes.


Durante a ação, os moradores e animais tiveram que ficar fora dos locais onde o inseticida estava sendo aplicado por 30 minutos para evitar contaminação, o que não foi um problema para eles. “Eu moro aqui no Bairro Santo Antônio e estou feliz que eles estão aqui ‘jogando o remédio contra a dengue’, uma doença que está causando muitos problemas. Eu agradeço a eles pela ajuda”, destacou a moradora Eva Rosa, de 63 anos.



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Multas para quem deixar água parada


Para combater o Aedes Aegypti, evitar água parada é essencial, pois é onde eles colocam seus ovos. Pensando nisso, a prefeitura de Mariana vem conscientizando a população para, por exemplo, tampar a caixa d'água e cisternas, descartar pneus, garrafas e latas nos locais corretos e colocar areia nos vasos de planta.


Além disso, nesta semana, reforçaram sobre o texto do artigo 73 do Código de Posturas do município, que pune com multas, que variam entre R$3.920 a R$7.840, quem deixa água parada em seu quintal, contribuindo com a proliferação de insetos. “Os proprietários ou inquilinos têm obrigação de manter livres de macegas, resíduos, dejetos e águas estagnadas os seus quintais, pátios, terrenos e edificações, a fim de evitar a proliferação de insetos e animais nocivos à população, ficando vedada a utilização de herbicidas para este fim”, diz o artigo.



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