Aulas presenciais será obrigatório nas escolas de Minas a partir de novembro

De acordo com o novo protocolo sanitário para as aulas presenciais, o distanciamento adicional entre os alunos não será necessário


Na maioria das cidades mineiras, as aulas aconteciam em formato híbrido | Banco de Imagens

O Governo de Minas anunciou que o retorno às aulas presenciais será obrigatório nas redes públicas e privadas de ensino em todo o estado. A medida, que consta no novo protocolo sanitário para as aulas presenciais aprovado pelo Centro de Operações de Emergência de Saúde (Coes), da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), passa a valer a partir do dia 3 de novembro.





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Segundo a SES, no novo protocolo para atividades escolares, serão extinto o distanciamento adicional entre alunos. Entretanto, permanecem vigentes as demais recomendações sanitárias, como o uso correto de máscaras cobrindo boca e nariz, higienização das mãos, etiqueta respiratória e limpeza e manutenção frequente das instalações, bem como o rastreamento de contato com pessoas infectadas por Covid-19.


De acordo com o Governo de Minas, a obrigatoriedade do retorno às aulas foi possível devido à redução de casos de Covid-19, que está associada ao avanço da vacinação. “Foram apresentadas várias justificativas, entre elas o crescimento da vacinação e o aumento do número de pessoas com duas doses recebidas. Os professores já estão todos vacinados e os alunos acima de 12 anos também já iniciaram o processo de vacinação”, explicou o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti.


O secretário também destaca que a grande adesão aos protocolos sanitários pelas escolas públicas e privadas foi outro fator que contribuiu para a retomada das aulas presenciais. “Isso permitiu que o grupo técnico decidisse acabar com o distanciamento adicional entre as carteiras”, afirmou.





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Mesmo com essa decisão, a SES-MG reforça que a flexibilização amplia a necessidade de intensificar o monitoramento de casos de Covid-19, sobretudo em pacientes que tiveram contatos com a comunidade escolar. Além disso, destaca que o retorno presencial das crianças e adolescentes tem exceção aos estudantes com condição de saúde de maior fragilidade ao coronavírus, porém, é preciso comprovar com prescrição médica para que eles possam permanecer em atividades remotas.