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  • Eliene

Itabirito confirma o primeiro caso de varíola dos macacos

A prefeitura não informou o sexo, idade e nem o estado de saúde da pessoa infectada. Disse apenas que ela esteve em São Paulo e segue em isolamento


A varíola dos macacos é considerada uma zoonose viral | Divulgação

Nesta terça-feira, 16, pelas redes sociais, a prefeitura de Itabirito confirmou o primeiro caso de varíola dos macacos (Monkeypox) na cidade. "Informamos à população que foi diagnosticado o primeiro caso de Monkeypox em Itabirito”, diz a nota publicada no instagram.



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De acordo com a prefeitura, a pessoa infectada esteve em São Paulo e, hoje, permanece em isolamento e está sendo monitorada pela equipe de Vigilância Epidemiológica. A equipe do portal Ângulo entrou em contato com a assessoria de imprensa da prefeitura para saber o sexo, idade, o estado de saúde e se o (a) paciente teve contato com outras pessoas. Entretanto, até a publicação da matéria, não tivemos retorno.

Os sintomas iniciais da varíola dos macacos costumam ser febre, dor de cabeça, dores musculares, dor nas costas, gânglios (linfonodos) inchados, calafrios e exaustão. Dentro de 1 a 3 dias (às vezes mais), após o aparecimento da febre, o paciente desenvolve uma erupção cutânea, geralmente começando no rosto e se espalhando para outras partes do corpo. Elas vêm acompanhadas de coceira e aumento dos gânglios cervicais, inguinais e uma erupção formada por calombos, que mudam e evoluem para diferentes estágios: vesículas, pústulas, úlcera, lesão madura com casca e lesão sem casca com pele, completando o processo de cicatrização.

A varíola dos macacos não se espalha facilmente entre as pessoas. A proximidade é fator necessário para o contágio. Sendo assim, a doença ocorre quando o indivíduo tem contato muito próximo e direto com um animal infectado ou com outros indivíduos infectados por meio das secreções das lesões de pele e mucosas ou gotículas do sistema respiratório.



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A transmissão pode ocorrer também pelo contato com objetos contaminados com fluidos das lesões do paciente infectado. Isso inclui contato com a pele ou material que teve contato com a pele, por exemplo as toalhas ou lençóis usados por alguém doente. Vale ressaltar que uma pessoa é contagiosa até que todas as cascas caiam e que a pele esteja completamente cicatrizada.

A orientação é de que, em caso de qualquer suspeita da doença, procure a Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência.