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Ouro Preto: quadrilha que roubou rosário de ouro é identificada

Uma mulher foi presa, um casal é considerado foragido e o outro homem teve o pedido de prisão preventiva


Divulgação | Ministério Público de Minas Gerais

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) apresentou uma denúncia contra quatro colombianos, sendo dois homens e duas mulheres, pelo furto do terço de ouro do Rosário Beneditino, no Museu de Arte Sacra da igreja do Pilar, em Ouro Preto. Os denunciados registram antecedentes em Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Maranhão, Piauí, Rondônia, Tocantins e Ceará.


Segundo informações divulgadas na última segunda, 27, uma mulher foi presa, um casal é considerado foragido e o outro homem teve o pedido de prisão preventiva. "Além do furto em Ouro Preto, apurou-se que os denunciados, possuem parentesco e vínculos afetivos entre si e constituíram uma associação criminosa estável, especializada na prática de crimes contra o patrimônio realizados em diversas unidades da Federação, com divisão de tarefas e repartição dos lucros ilícitos entre si", informou o MPMG.


Além das prisões, o Ministério Público pediu o pagamento de R$100 mil por danos materiais e de R$500 mil por danos morais pelo furto.


A peça foi roubada no dia 10 de novembro, mas antes disso, em 24 de outubro, os denunciados alugaram um veículo em São Paulo e, pelo rastreamento do percurso do veículo e pelas câmeras de segurança da região, se deslocaram para Ouro Preto. Dias depois, foram ao local coletar informações para facilitar o planejamento de furtos na cidade.


Naquele dia, a dupla que aparece nas imagens da câmera de segurança entrou em alguns estabelecimentos comerciais e realizou sondagens sobre diversos objetos de valor. Além disso, foi até o Museu de Arte Sacra da Igreja do Pilar para verificar o sistema de proteção e monitoramento do acervo.


Imagens de segurança mostram que, por volta das 13 horas do dia 10 de novembro, os denunciados foram ao Museu e, com auxílio de uma ferramenta, um deles rompeu a trava do vidro de proteção e retirou a peça. Logo após o crime, os denunciados foram para Belo Horizonte e, pouco tempo depois, para dificultar os trabalhos de investigação, foram para um imóvel alugado em Betim.



No dia 11 de novembro, a dupla devolveu o veículo alugado no centro de Belo Horizonte e retornou a São Paulo, de ônibus. Na madrugada do dia 12, os outros dois acusados também fugiram para a capital paulista.


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