Ministério da Saúde anuncia dose de reforço contra a Covid-19 para pessoas acima dos 18 anos

A vacina de reforço será aplicada após cinco meses da segunda dose


Inicialmente, a dose de reforço estava sendo aplicada apenas nos idosos | Banco de Imagens

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou nesta terça-feira, 16, que a aplicação da imunização de reforço da vacina contra a Covid-19 estará disponível para pessoas acima dos 18 anos que tenham tomado a segunda dose há mais de cinco meses. Além disso, haverá uma redução do intervalo de tempo para aplicação da dose de reforço para cinco meses.




** continua depois da publicidade **



Inicialmente, a dose de reforço estava sendo aplicada apenas nos idosos que haviam tomado a última vacina há seis meses. A orientação mudou, após estudos, conforme explicou Marcelo. "Agora, graças às informações que temos advindas dos estudos científicos, principalmente, estudos de efetividade, realizados em parceria com a Fiocruz e de um estudo que encomendados em parceria com a Universidade de Oxford para avaliar a aplicação da 3ª dose, que já temos dados preliminares, nós decidimos ampliar essa dose adicional, dose de reforço para todos aqueles acima de 18 anos que tenham tomado essa segunda dose há mais de 5 meses,” disse o ministro.


Na manhã desta terça-feira, Marcelo também lançou a campanha Mega Vacinação, que tem como objetivo convocar a população para completar o esquema vacinal contra a Covid-19. "Muitos não procuraram as unidades de vacinação para tomar a segunda dose. É fundamental essa segunda dose para que se complete o esquema vacinal", salientou o ministro.




** continua depois da publicidade **



Segundo o Ministério da Saúde, mais de 350 milhões de doses das vacinas contra a covid-19 já foram distribuídas para todo o país, e mais de 297 milhões já foram aplicadas ao longo de onze meses. Mais de 157 milhões de pessoas tomaram ao menos uma dose do imunizante – número que, segundo a pasta, representa 88% do público-alvo previsto no plano nacional de vacinação contra a doença. No entanto, cerca de 21 milhões de pessoas ainda não retornaram para tomar a segunda dose na data prevista.