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Prainha é o bairro com mais casos de dengue em Mariana

De acordo com o secretário de saúde, Jonathan Chaves, dos 55 casos da doença, 34 foram identificados no Santo Antônio


Aedes aegypti é o mosquito transmissor da dengue e da chikungunya | Banco de Imagens

Até esta terça-feira, 28, Mariana registrou 55 casos de dengue, sendo que 34 foram identificados no bairro Santo Antônio, conhecido como Prainha, de acordo com o secretário de saúde do município, Jonathan Chaves.


Para impedir a proliferação do mosquito aedes aegypti, responsável pela transmissão da doença, principalmente no bairro Santo Antônio, a secretaria vem realizando algumas ações, como mutirões de limpeza e bloqueio nas residências.



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“Estamos retirando entulhos e lixo acumulados. Além disso, quando há suspeita de um caso de dengue, a secretaria de saúde, através da Vigilância Epidemiológica, realiza uma identificação de focos do mosquito, que tem o objetivo de identificar se na casa, ou num raio de 300 metros do caso suspeito de dengue, se há focos do mosquito Aedes Aegypti”, explicou Jonathan.


O secretário também destacou que para combater o mosquito, os agentes de endemias estão indo de casa em casa e é necessário que a população os receba. "Pedimos que a população receba bem os nossos agentes e nos ajude na prevenção contra a dengue, zika e chikungunya. O objetivo é sensibilizar a população quanto à prevenção e o combate ao mosquito transmissor. Esse apoio fará toda a diferença e será um grande aliado para diminuir os casos de dengue na nossa cidade”, afirmou.



Casos em Minas


Os casos de dengue disparam em Minas neste ano. Em quase dois meses, o Estado registrou 11.658 casos de dengue confirmados, o que representa uma média de 215 casos por dia, conforme o boletim epidemiológico publicado pela Secretaria Estadual de Saúde, no dia 23 de fevereiro.



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Entre os dias 1º de janeiro e 22 de fevereiro do ano passado, 1.940 pessoas tiveram dengue em todo o Estado. O número é inferior aos 11.658 registrados neste ano, o que representa um aumento de cerca de 500%.


O aumento de casos de chikungunya não está sendo diferente. Nestes quase dois meses, Minas confirmou 4.054 casos de chikungunya, uma média de 75 por dia. Se comparado ao mesmo período do ano anterior, o salto foi de 37 para 4.054, um crescimento de 10.856%.



Sintomas


A dengue e a chikungunya têm sintomas e sinais parecidos, porém, o tratamento é diferente para cada doença.

O primeiro sintoma da dengue é a febre alta, entre 39° e 40°C. Ela tem início repentino e geralmente dura de dois a sete dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira no corpo. Também pode haver perda de peso, náuseas e vômitos. A principal complicação é a desidratação grave, que ocorre sem a pessoa perceber. Por isso, é importante tomar bastante líquido.



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Já a chikungunya apresenta sintomas como febre alta, dor muscular e nas articulações, dor de cabeça e exantema (erupção na pele). Os sinais costumam durar de 3 a 10 dias. A principal complicação dessa doença é a permanência, por longo tempo, das dores e inchaço nas articulações, às vezes impedindo as pessoas de retornarem às suas atividades.

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