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Prefeito de Belo Horizonte adia início das aulas para crianças de 5 a 11 anos

Para crianças dessa idade, o início do ano letivo para as escolas públicas e privadas da capital mineira está marcado para 14 de fevereiro


As volta às aulas foram adiadas em uma semana | Banco de Imagens


O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, anunciou o adiamento em uma semana do início das aulas para crianças de 5 a 11 anos. O início do ano letivo para as escolas públicas e privadas da capital mineira está marcado para 14 de fevereiro. Para crianças menores de 5 anos e adolescentes acima de 12 anos, a data divulgada anteriormente continua valendo.




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Em entrevista coletiva nesta quarta-feira, 26, na prefeitura de Belo Horizonte, Kalil afirmou que é preciso dar chance para que as crianças possam ser vacinadas. Até o momento, o município já convocou crianças entre 5 e 11 anos, com comorbidades, deficiências, indígenas e quilombolas para se vacinarem. O calendário de imunização contra a Covid-19 também contempla crianças sem comorbidades que têm entre 10 e 11 anos. Meninos e meninas com nove anos, nascidas entre janeiro e julho de 2013, serão vacinadas a partir desta quinta-feira, 27.

Durante a coletiva, Kalil pediu aos pais que levem os filhos para serem vacinados e destacou que é responsabilidade dele, como gestor público, proteger as crianças. "Levem seus filhos, pelo amor de Deus, para vacinar. Eu vou fazer questão absoluta de levar cada um, na sua idade, para vacinar. Temos a obrigação de vacinar essas crianças. Estamos adiando em uma semana o início das aulas para dar tempo aos pais levarem, pelo amor de Deus, seus filhos para vacinar", afirma.




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O chefe do executivo também criticou os pais que não vacinaram seus filhos e defendeu a eficácia da vacinação. "Está provado que uma dose da Pfizer ou da Coroanvac, na criança, a protege em mais de 90%. As crianças estão adoecendo e é cruel para esse pai e essa mãe que se protegeu, não ter consciência ou ter medo de vacinar seus filhos", afirma.


Ainda durante a coletiva, o prefeito disse que não dá para comparar o adiamento do início das aulas à manutenção de eventos na cidade, como shows ou jogos de futebol. "Não comparem a proteção que estamos dando às crianças, com o futebol que está aberto, o carnaval que não sabemos como vai ser. As crianças não estão vacinadas", disse.



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