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Primeiras cidades mineiras retornam para a onda verde desde a nova flexibilização

Nenhum município retornava à onda mais flexível do Minas Consciente desde o final de março


Nessa fase, todo o comércio pode funcionar com restrições mais brandas | Divulgação

O governo de Minas Gerais vai permitir que cidades de algumas microrregiões do estado avancem para a onda verde, a mais branda do programa Minas Consciente, pela primeira vez desde que a nova flexibilização começou, em 31 de março, após a criação e adoção da Onda Roxa. A decisão foi tomada pelo Comitê Extraordinário Covid-19 e anunciada nesta quinta-feira, 27.

As microrregiões contempladas para a onda verde são de Turmalina, Minas Novas e Capelinha; Montes Claros e Coração de Jesus; Francisco Sá; Caratinga; e Coronel Fabriciano e Timóteo. Nessa fase, todo o comércio pode funcionar com restrições mais brandas. Os eventos não têm limite de público e os hotéis podem abrir com 100% da capacidade, por exemplo.


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Além disso, as micros de Curvelo, Barbacena, João Pinheiro e Além Paraíba evoluíram, saindo da onda vermelha para a amarela. Já as microrregiões de Guanhães, João Monlevade, Araçuaí, Viçosa, Brasília de Minas, São Francisco e Januária, Pirapora, Oliveira e Santo Antônio do Amparo e Ubá regridem da onda amarela para a vermelha.

De modo geral, o comitê optou pela manutenção das 14 macrorregiões de Saúde nas ondas do Minas Consciente em que já se encontram. Com isso, as macrorregiões Centro, Centro Sul, Jequitinhonha, Leste, Leste do Sul, Nordeste, Noroeste, Oeste, Sul e Triângulo do Sul permanecem na Onda Vermelha, enquanto as regiões Norte, Triângulo do Norte, Vale do Aço e Sudeste seguem na amarela. Além disso, as cidades com menos de 30 mil habitantes com incidência abaixo de 50 casos para 100 mil habitantes podem progredir automaticamente de onda.


Em caso de divergência entre as ondas da macro e da microrregião, o prefeito decide qual seguir. Com exceção da Onda Roxa, vale lembrar que todas as demais têm adesão opcional dos municípios.



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No estado, a taxa de incidência da doença apresentou crescimento de 6%. A taxa de ocupação de leitos de UTI para pacientes com Covid-19 está em 79,55%, e, no caso de enfermaria, é 78,21%. Em Minas Gerais, 253 pacientes aguardam por internação em UTI e outros 410 por um leito de enfermaria, segundo a Secretaria de Estado de Saúde.